Quando o acompanhamento costuma dar conta
- A pessoa reconhece o problema e aceita ajuda
- Consegue manter trabalho, estudo ou rotina
- Não há risco imediato para ela ou para outros
- Existe alguém em casa que sustenta o cuidado
- Não houve convulsão, delírio ou abstinência grave
Nesses casos, acompanhamento sem internação tende a resolver — e dizemos isso na primeira conversa, mesmo quando a resposta é que você não precisa de nós.